Como todos os alvinopolenses sabem, o nosso
grande jogador Francisco Solano Júnior, o Júnior Brasília, nasceu em Alvinópolis
no dia 10 de abril de 1958.
Filho de uma pessoa muito conhecida em nossa
cidade, o Zé Preto, que trabalhou na padaria dos Irmãos Carvalho na Baixada,
andava às vezes numa carroça pelas ruas de nossa cidade a entregar pão e a
fazer diversos serviços públicos.
Zé Preto também tinha seu lado artístico,
pois formou com Toni Moraes, Darcy Carvalho, Babucho e tantos outros famosos
o "Choro
Guarani", conjunto musical que durou de 1942 a 1952, cujo nome foi uma
homenagem ao grande compositor brasileiro Carlos Gomes.
Zé Preto, pai do
Júnior Brasília, é o quarto em pé da esquerda para a direita.
Resumo da Carreira de Júnior
Brasília no Futebol Brasileiro
Na época da construção
de Brasília para ser a Capital Federal, Zé Preto e toda sua família partem para
o futuro Distrito Federal em busca de novos horizontes e levam consigo o
pequeno e futuro craque alvinopolense, o Júnior Brasília.
No ano de 1970, com
apenas 12 anos é descoberto pelo técnico Aírton Nogueira que o leva para jogar
no dente de leite do Defelê, que foi o seu primeiro clube.
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Júnior Brasília começava sua
caminhada no pequeno Defelê do Distrito Federal com apenas 12 anos.
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Em 1972, com 14 anos, participa da primeira Mini-Copa Dente de Leite, (para garotos de 13 e
14 anos), representando a Seleção do Distrito Federal. O torneio foi realizado em
Brasília e patrocinado pelo Ministério de Educação e Cultura – MEC. Foi
realizado em comemoração ao décimo segundo aniversário da Capital Federal.
Participaram do certame as Seleções do Distrito
Federal, Goiás, Guanabara, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Júnior Brasília é escolhido por jornalistas
ligados à Revista Placar como o melhor ponta direita do torneio. Nesta seleção
estava também Reinaldo do Atlético(Seleção Mineira),etc.
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Júnior Brasília e
Reinaldo na Seleção dos melhores Dentes de Leite do Brasil em 1972.
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Em 1974 é convidado para jogar no juvenil do CEUB, onde viria a ser um
jogador profissional.
No ano de 1975 Júnior Brasília disputa o Campeonato Brasileiro pelo
CEUB, jogando na mesma equipe do goleiro Paulo Vitor, aquele mesmo grande
goleiro da história do Fluminense, e Fio Maravilha, famoso pela música de Jorge
Ben Jor, quando jogou no Flamengo.
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CEUB de
Brasília disputa o Campeonato Brasileiro e Júnior Brasília torna-se
profissional neste clube. |
Neste campeonato, Júnior Brasília foi um dos destaques da equipe
brasiliense, fazendo grandes exibições contra clubes do eixo Rio-São Paulo e é
cobiçado por vários clubes.
Foi escolhido o melhor jogador de Brasília daquele
ano pelo Departamento de Educação Física,
Esportes e Recreação - DEFER, do Governo do Distrito Federal – GDF.
No ano de 1976 começa
definitivamente a dar nas vistas para rumar para um grande clube. Joga pelo CEUB
num jogo amistoso em Brasília contra a Máquina Tricolor de Rivelino, Carlos
Alberto Torres e vários titulares da Seleção Brasileira em 21/01/76, marca um
gol nesse jogo e apesar da derrota é um dos melhores do encontro.
Depois joga
contra o Flamengo no dia 07 de Fevereiro de 1976, pelo Torneio Governador Elmo
Serejo, também em Brasília. Marcado por Júnior, atuou bem e, depois do jogo,
dirigentes do Flamengo foram jantar com os do Ceub, para acertar sua
contratação.
Joga duas
partidas amistosas contra a Seleção Brasileira, poucos jogadores brasileiros
tiveram esse privilégio de atuar contra o Brasil, e o nosso conterrâneo jogou
duas vezes e no mesmo ano de 1976. Primeiro pela Seleção de Brasília no dia
21/02/76 e depois já vestindo a camisa do Flamengo em 06/10/76, entrando no
lugar do craque Zico. Neste jogo o Flamengo venceu a Seleção Brasileira por
2x0.
Em março de
1976 é contratado pelo Flamengo do Rio de Janeiro, uma das maiores equipes do
futebol brasileiro.
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A revista
PLACAR Nº 326, daquele mês, noticiava em primeira mão:
“A camisa 7 do
tamanho do Flamengo, Júnior II (Júnior Brasília) chegou do CEUB para dar
alegrias ao Mengo, tem apenas 18 anos, e um jogo ofensivo de buscar a linha de
fundo, por isso é titular “. |
Faz grandes partidas com a camisa
do Flamengo e é chamado para Seleção de
Juniores.
No Distrito Federal, era chamado somente de Júnior, mas
quando foi jogar no Flamengo era Júnior II, aí começou a confusão, pois o time
da Gávea já contava com o grande lateral Júnior. Para solucionar o
problema passaram a chamá-lo de Júnior Brasília, porque veio do futebol de
Brasília, do CEUB para o Flamengo, aí o apelido pegou.
José Francisco Solano
Júnior, o alvinopolense Júnior Brasília, no ano de 1977, ainda no Flamengo,
realiza o seu maior sonho como jogador de futebol, é convocado pelo técnico
Evaristo de Macedo para servir a Seleção Brasileira, que se preparava para
disputar o I CAMPEONATO MUNDIAL DE JUNIORES (sub-20) da FIFA. Este torneio foi
realizado de 27 de Junho a 10 de Julho na Tunísia, no Continente Africano.
Criou-se grande
expectativa no mundo inteiro, porque seria o primeiro mundial dessa categoria e
a intenção da FIFA era revelar grandes jogadores para a vitrine do futebol
mundial.
Júnior
Brasília foi titular em todos
os jogos da Seleção Brasileira, marcando um gol contra o Irã e fazendo grandes
exibições naquele mundial. Foi eleito pela FIFA o segundo melhor jogador do
Mundial Tunísia 77, recebendo a Bola de Prata, apesar do Brasil ficar em 3º
lugar no Campeonato.
Os três premiados
daquele mundial:
Ouro, Wladimir
BESSONOV(URSS), Prata, Júnior Brasília (BRASIL) e Bronze, Cléber(BRASIL).
O Troféu Bola de Ouro
da FIFA coube ao jogador Wladimir Bessonov da URSS, seguidos de Júnior Brasília
e Cléber do Brasil. Foi por pouco que o nosso craque Júnior Brasília, uma das
maiores revelações daquele mundial, não fatura a Bola de Ouro.
Além da URSS ser a
equipe vencedora daquele mundial, o Bessonov ainda marcou dois gols na partida
final, portanto justa a escolha do soviético.
A Chuteira de Ouro
foi conquistada pelo brasileiro Guina (também chamado de Quina), com 4 gols,
muito bem assessorado nos jogos pelos atacantes Júnior Brasília, Paulinho e
Baroninho.
Os jornalistas de
todo o mundo que cobriam aquele mundial deram grande destaque em suas páginas
ao craque alvinopolense, principalmente o Jornal L'Équipe e a revista francesa
Onze que estamparam em suas páginas dizendo:
“Júnior Brasília, la révélation
du football mondial et le football brésilien”.
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Júnior
Brasília, Bola de Prata no I Mundial de Juniores (Sub-20), Tunísia 77.
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A primeira vez que
vestiu a camisa do Flamengo foi em 8 de abril de 1976, em Cuiabá, na vitória de
3 x 1 sobre o Operário, de Várzea Grande (MT). No segundo tempo, substituiu
Caio Cambalhota.
Continuou disputando
amistosos até que, três meses depois de chegar no Flamengo, o técnico Carlos
Froner resolveu dar uma oportunidade num jogo oficial, válido pelo Campeonato
Carioca daquele ano.
Sua estréia aconteceu
no jogo contra o Goytacaz, em Campos, no dia 20 de junho de 1976. Não modificou
o placar mas teve boa atuação.
Contra o Volta
Redonda, no Maracanã, três dias depois, na vitória de 1 x 0, Júnior Brasília
entrou desde o início.
Em seguida, participou do jogo
contra o Vasco da Gama, em 27 de junho de 1976. Seu marcador: Marco Antônio,
titular da Seleção Brasileira.
Enfrentou e venceu a marcação de Marco Antônio.
O Flamengo goleou por 4 x 1. Depois desse jogo, Júnior Brasília passou a titular
do time Rubro Negro.
Júnior Brasília jogou
dois anos no Flamengo e atuou ao lado do craque Zico, uma lenda do futebol
mundial, que acabou se tornando seu amigo pessoal.
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“Ele joga
correndo até a linha de fundo e é só a gente ficar na área que o cruzamento
vem.” Comentário de ZICO, sobre Júnior Brasília. |
Portanto,
devemos reconhecer, que só de fazer parte de um grupo daqueles com Zico, Adílio,
Júnior, Tita, Rondinelli, Carpeggiani, Cláudio Adão e vários outros, já era um
privilégio enorme, e ainda jogar várias partidas como titular.
Ao todo foram 71
jogos com a camisa do Flamengo, com 40 vitórias e marcou seis gols
Data do 1º Jogo:
08/04/1976. Data do Ultimo Jogo: 23/07/1978.
Enfrentando forte
concorrência dos atacantes Tita e Reinaldo, pratas da casa do Flamengo,
jogadores também em grande fase, chega a hora de sair e Júnior Brasília vai
para o Cruzeiro. Foi em setembro de 1978, numa troca com o goleiro Raul Plasmam.
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A Máquina Azul de 1979 que
aplacou goleadas em série no Campeonato Brasileiro. Em pé da esquerda para a
direita, Luiz Antônio, Mariano, Flamarion, Marquinhos, Zezinho Figueroa e
Berto. Agachados da esquerda para a direita, Júnior Brasília, Eduardo, Paulo
Luciano, Erivelto e Joãozinho. |
No Cruzeiro é
Vice-campeão Mineiro de 78 e 79, em jogos memoráveis contra a forte equipe do
Galo de Reinaldo, Cerezo e Cia. Uma equipe quase imbatível que chegaria ao
Hexacampeonato Mineiro.
No Campeonato
Brasileiro de 1979, participa como titular da chamada “Máquina Azul”, que teve o time do Cruzeiro, comandado pelo
técnico Ílton Chaves, como a grande sensação, por causa das goleadas em série
que aplicou sobre os adversários.
A Máquina Azul havia
atropelado o Remo, por 3 a 0, no Mineirão, o Vitória, por 4 a 2, na Fonte Nova,
o Nacional-AM, por 4 a 1, no Mineirão e o Bahia, por 5 a 0, também no gigante
da Pampulha.
Já na partida contra o Nacional, o Cruzeiro havia garantido a
classificação para a segunda fase do Campeonato com duas rodadas de
antecedência.
Na segunda fase
daquele Brasileiro, o Cruzeiro ainda aplicou outras goleadas: 4 a 0 sobre o Dom
Bosco-MT; 5 a 2, sobre o Americano-RJ; e 4 a 1 sobre o Villa Nova-MG. Como
campeão da chave, o time estrelado se classificou para a terceira fase.
Os resultados
elásticos levaram o time estrelado a ser apelido de “Máquina Azul”.
Jogando também dois
anos no Cruzeiro ao lado de muitos craques como Nelinho, Joãozinho, Roberto
César,Revétria, Eduardo Rabo de Vaca e tantos outros.
Júnior Brasília jogou
56 jogos com a camisa do Cruzeiro e marcou 5 gols.
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Júnior Brasília
na equipe do Grêmio Maringá melhor campanha do Primeiro Turno do Paranaense de 1980.
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Em Junho de 1980,
Júnior Brasília vai por empréstimo para o Grêmio Maringá do Paraná, onde foi um
dos destaques daquela equipe. Fizeram a melhor campanha no Primeiro Turno do Campeonato
Paranaense, superando grandes equipes do futebol daquele estado.
Mas infelizmente, com
a invencionice dos dirigentes paranaenses, o Grêmio Maringá acabou sendo
prejudicado e não pôde decidir o título.
A final daquele
Campeonato deveria ser decidida entre Grêmio Maringá e Colorado, pela lógica,
campeões do Turno e Returno daquele certame. Aí eles inventaram octogonal,
quadrangular e ainda final. Então o Grêmio Maringá de Júnior Brasília ficou
fora da final injustamente.
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Júnior Brasília
em destaque no canto superior, Tricampeão do Mato Grosso do Sul em 1981.
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Em 19 de Junho de
1981, a revista Placar anuncia que o Operário do Mato Grosso do Sul contrata
três jogadores do Cruzeiro por empréstimo para reforçar seu elenco. Eram eles:
Júnior Brasília, Luís Cosme e Henry.
No Operário participa
daquela equipe fabulosa, Tricampeão do Mato Grosso do Sul, numa final
emocionante contra o Comercial do artilheiro Bugre.
A equipe do
Operário-MS, que tinha em seu elenco: Arturzinho, Pastoril, Luís Cosme, Cléber,
Jones e Cocada.
Júnior Brasília esteve
no Operário-MS de junho de 1981 a Junho de 1982, mas ainda tinha o passe preso
ao Cruzeiro.
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Júnior
Brasília, um dos destaques do Mixto Tetracampeão do Mato Grosso em 1982.
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Logo depois foi
negociado em definitivo com o Mixto de Cuiabá, numa troca envolvendo o melhor
jogador do Mixto e artilheiro do time, o jogador Tostão II, apelido dado a esse
grande jogador, por ter o futebol parecido com o antigo craque Tostão.
No Mixto de Cuiabá é
Tetracampeão do Mato Grosso na decisão contra o Operário.
Júnior Brasília foi uma arma imprescindível
no ataque do Mixto na conquista do tão sonhado Tetra Campeonato do Estado do
Mato Grosso em 1982.
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Júnior Brasília, no Brasil de Pelotas
de 1985, 3º lugar no Campeonato Brasileiro. |
Do Mixto foi para o Brasil, de Pelotas (RS), no
começo do ano de 1983, onde permaneceu por três anos.
Nesse ano, o Brasil era comandado pelo técnico
Luis Felipe Scolari, o Felipão, fazendo boa campanha no estadual, ficando
vice-campeão à frente do Grêmio de Renato Gaúcho, Campeão da Libertadores e
Mundial daquele ano.
Seu primeiro jogo
aconteceu em 27.02.1983, num amistoso em que o Brasil foi derrotado pelo
Blumenau por 2 x 1. O último foi em 08.12.1985, no empate diante do Pelotas (1
x 1), válido pelo campeonato estadual daquele ano.
Nestes três anos
disputou 125 jogos e marcou 12 gols.
Foi vice-campeão
estadual em 1983, campeão do interior em 1983 e 1984 e vice-campeão da Copa
A.C.E.G. em 1984.
Sua maior
conquista estava por vir.
Foi
o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro
de 1985, a melhor colocação do clube gaúcho até hoje na competição.
Na segunda fase desse
campeonato, num grupo integrado por Flamengo, Ceará e Bahia, o Brasil foi o
primeiro colocado, qualificando-se para as semifinais, onde foi derrotado pelo Bangu.
No dia 18 de julho de
1985, em Pelotas, o Brasil venceu o Flamengo por 2 x 0, com um gol de Júnior
Brasília. Três dias depois, mais um gol seu ajudou o Brasil a vencer o Bahia,
em Salvador, por 3 x 2, resultado que deu a classificação ao clube gaúcho.
Nas semifinais o Brasil foi eliminado pelo
Bangu, do ponta-direita Marinho.
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Encerrou sua carreira
no Rio Verde, de Goiás, em 1987. |
Como tinha residência
fixa em Belo Horizonte, Junior decidiu retornar à capital mineira, onde passou
a jogar pelo time da AGAP, de Wilson Piazza, Eduardo e tantos outros craques do
passado. Em seguida, faleceram seu pai e um irmão.
Teve a oportunidade
de conversar com Zico, com quem jogara no Flamengo e era Secretário de
Esportes. Pediu-lhe conselhos e apoio para voltar a Brasília, onde pretendia se
estabelecer definitivamente. Zico ajudou Júnior Brasília a conseguir um emprego
no Departamento de Recursos Humanos da NOVACAP.
Como disse o
nosso conterrâneo Júnior Brasília: “No futebol não ganhei muito dinheiro, mas
fiz grandes amigos, como por exemplo o eterno craque Zico”.
Continuou batendo sua
bolinha atuando pelos veteranos do Ceub nos fins de semana. Hoje, Júnior
Brasília mora na Ceilândia, onde trabalha como orientador esportivo no SESI há
mais de 10 anos. É casado e pai de dois filhos.
Júnior Brasília foi
homenageado por ser o primeiro atleta do DF convocado para a Seleção Brasileira
de Futebol, cerimônia realizada pela Câmara Legislativa do DF (CLDF), no dia 20
de abril de 2011.
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Júnior Brasília,
homenageado em Sessão Solene no Teatro Nacional de Brasília |
José Francisco Solano
Júnior, professor de futebol e futsal do Sesi Ceilândia, foi homenageado pela Câmara
Legislativa do DF (CLDF), em Sessão Solene realizada no Teatro Nacional.
Mais conhecido como
Júnior Brasília, o professor do Sesi recebeu a menção honrosa por ter marcado
história na capital federal, ao ser o primeiro atleta de Brasília a vestir a
camisa da Seleção Brasileira de Futebol. Atleta profissional na década de 70,
Júnior Brasília iniciou carreira no DF no time do Ceub e passou por grandes times
nacionais como o Flamengo e o Cruzeiro. Atualmente, o ex-jogador dá aulas para
cerca de 400 alunos do Programa Atletas do Futuro (PAF).
“Ser
reconhecido por ter representado meu País por meio do futebol, não tem preço”.
Disse Júnior Brasília, um Craque de nossa querida Alvinópolis.