DA PAJELANÇA À MEDICINA BASEADA EM EVIDÊNCIAS
Visão panorâmica da Saúde no Município de Alvinópolis.
A
região onde se situa o Município de Alvinópolis era habitada pelos índios botocudos,
quando aqui chegaram os primeiros bandeirantes, vindos de Ouro Preto e Mariana,
em 1696. Os índios botocudos ocupavam toda a região do Vale do Rio Doce até o
litoral do Espírito Santo. Eles eram hostis aos portugueses, não se submetiam
ao trabalho escravo e foram dizimados ou expulsos da região.
Com
os portugueses vieram também os escravos africanos. As construções iniciais,
situadas na região onde hoje fica a Matriz de Nossa Senhora do Rosário, eram
fortificações para resistir aos ataques dos índios. A partir daí a cidade foi
se expandindo lentamente. Pouco se sabe da cultura indígena regional.
A
medicina praticada, então, era basicamente a portuguesa, já com alguma
influência da cultura negra e também da indígena. Desta “Medicina Popular”, mesclada
de fitoterapia, crenças religiosas, encontram-se
sinais nos dias de hoje, constituindo-se num dos marcos culturais mais
importantes de nosso povo. Somente em agosto de 1931 aqui chegou o primeiro
médico. Pouca gente tinha recursos para se deslocar a outros centros e
consultar médicos e, às vezes, nem estradas existiam.
A
população se valia da “Medicina Popular” disponíveis, através de seus agentes,
muitos dos quais famosos na região: parteiras, parteiros, benzedeiras e
benzedeiros, curandeiros, farmacêuticos práticos, farmacêuticos formados e
outros agentes da “Medicina Popular” é que socorriam os enfermos e necessitados
de cuidados médicos. Nos registros disponíveis não há referências, pois os
dados obtidos foram de depoimentos das pessoas citadas na bibliografia ou de
conhecimento pessoal.
Preocupa-me
a falta de documentos que marquem a atividade médica na cidade. Espero que este
registro seja o início de outros trabalhos que resgatem a História da Medicina
em Alvinópolis.
Parteiros que ficaram famosos por sua
habilidade foram vários: Chico Cotta
(Francisco Cotta), que também era benzedor,
fazendeiro de posse e que deixou família numerosa e muito atuante em nossa
comunidade; Sô Velho do Canjica (Teotônio Alves
Torres), nascido em Bicas (Rio Piracicaba), radicou-se aqui e também deixou
descendência numerosa, morreu tentando ajudar uma gestante em parto difícil; Totocha (Sr. Washington Starling),
farmacêutico, residiu alguns anos no distrito de Major Ezequiel, hoje residindo
Parteiras famosas: Sá Maria Procópia, que usava uma unha para fazer episiotomia
mediana, aqui atuou por muitos anos; Teodolina,
contemporânea de Maria Procópia, diziam
que Teodolina era parteira dos pobres e Maria Procópia, parteira dos ricos...; Dona Fina (Sra.
Josefina Miranda); Raimunda Lage; Dona Maria de Zé
Capitão; Dona Feliciana; Dona Milota
(Emília). A partir de 1949 as Irmãs da Beneficência Popular de Alvinópolis
passaram a atuar no Hospital Nossa Senhora de Lourdes e deixaram muita
lembrança como parteiras: Irmã Eva Veiga, Irmã Conceição, Irmã Torres, Irmã Leonice, Irmã Amélia, Irmã Berta, Irmã Inês, Irmã Dias e
Irmã Maria.
Benzedores mais famosos: Chico Cotta, Sr. Bêjo (Benjamim
Gregório dos Santos), Joaquim Abreu, Vicente do Canjica,
Nico Bento, Tomaz Moray, Nozico Rola, Raulzito (Raul Elias de Oliveira).
Benzedeiras: Dona Mariquinha
do Curro, Sá Tereza (Tereza Amância Duarte), Maria Amância Duarte, Dona Zulmira, Sá Maria Rita (mãe de João Petisco), Sá Rosa da
Perna de Pau, Sá Maria do Cosme e Cadão, Dona
Raimunda Matoso e Dona Isabel Antonina Pereira
(Isabel da Rua de Cima).
Outras benzedeiras: Sá Ninha
(moradora da Rua do Canto, mãe de Joaquim Silva – operário da Cia Fabril e músico da Banda Santo Antonio); Sá Velha (tia
de Zé Tiché - moradora da Rua do Canto), Sá Cota
(esposa de Horácio Freitas, cunhada de Sô Eurico fotógrafo - moradora do final
da Rua São José), Sá Olímpia (moradora da Rua do Rosário, antecedendo de Sá Procópia), Dona Efigênia Veloso
(esposa de Sô Nico Soares e mãe de Miguel Soares),
sendo as duas últimas também parteiras.
Na
atualidade, a Irmã Sebastiana da Beneficência Popular faz atendimento à classe
pobre com suas receitas fitoterápicas com grande
aceitação e procura popular. (Monsenhor Rafael, fundador da Beneficência
Popular, quando Vigário em nossa terra incentivou muito a fitoterapia,
usava os rituais católicos sempre que podia para divulgar boas normas
higiênicas e dietéticas, aconselhava muitos recém-casados nesse sentido).
Práticas
de candomblé e umbanda são raras, sendo os rituais de cura evangélicos mais
comuns.
Zeladoras de doentes: Sá Raimunda Formiga, Dona Geracinda, Maria de Zé Capitão, as esposas de Mequiades Tatu e de João de Joana.
Enfermeiros populares: Odorico do Hospital, Micaré (José da Conceição Carvalho) e Orlando Lima, que
atendiam no Hospital e no Posto de Saúde. O Sr.
Orlando Lima, tinha uma habilidade famosa – tirador de solitária: passava sonda
naso-duodenal no paciente, através da qual aplicava o
único anti-helmíntico eficaz da época, o extrato etéreo de feto macho,
intolerável por via oral; depois injetava pela mesma via óleo de rícino. O
paciente aguardava no Posto o efeito do purgante, pois o Sr.
Orlando Lima fazia questão de verificar se saiu a cabeça da solitária...
Certamente,
muitos outros participaram da Medicina Popular em nossa terra, tornando difícil
o resgate de todos os nomes. Fica aqui registrado meu desejo de que outros o
consigam. Tantos continuam e continuarão a coser
machucados, benzer maus-olhados, ventos-virados e espinhelas caídas, e fazendo
suas raizadas, chás e porções...
Farmacêuticos – o Coronel Olímpio Soares
Pena foi o primeiro farmacêutico de Alvinópolis; formado
O
Sr. Altamiro Bessa formou-se pela Escola de Farmácia
de Ubá, instalando farmácias na Rua Melo Viana. Em 1932 completou curso e foi
diplomado pela Faculdade de Medicina Fisioterápica do Rio de Janeiro.
Infelizmente, faleceu em 22 de agosto de 1933, tudo indicando ter sido vítima
de meningite, pois encontrava-se tratando de paciente
acometido desta doença. A esposa do Sr. Altamiro, Professora Madalena de
Oliveira Bessa deixou sua marca como Educadora e
também como notável colaboradora na construção e início de funcionamento da
Santa Casa, hoje nosso Hospital.
Sr.
Duarte, Antônio Duarte Júnior, formou-se em Ubá em 1927. Começou a trabalhar em
Alvinópolis em 1928. Proveniente de Itamarati,
distrito de Cataguases, casou-se com D. Petrina Moreira de Vasconcellos, em 1929. Aqui nasceram 5 de seus 6 filhos. Teve intensa vida profissional em nossa
cidade, com breves intervalos: entre 1939 e 1942 teve farmácia
José
Catete Braga, o Catete, começou a trabalhar como empregado na Farmácia do Sr.
Duarte, no início dos anos 30, onde aprendeu ofício. Após anos, sem desavença
com o Sr. Duarte, montou sua própria Farmácia.
Sebastião
de Vasconcellos Barros, senhor Tatão, trabalhou com
Farmácia em Alvinópolis entre 1920/1930. Mudava-se muito e um de seus filhos
nasceu aqui. Seu Tatão é pai do Dr. Edgar de
Vasconcellos Barros, Sociólogo de renome.
José
Pio X Martins, o Zé Pio, casado com Dona Vicência, filha de Velho do Canjica, teve farmácia no Gaspar e mais tarde na Rua de
Cima, na década de 40.
Sô
Dodô, em 1944, recém-casado com Dona Maria Cotta
Pinto Coelho, filha do Sr. Chico Cotta, chegou em nossa cidade o Sr. José Pinto Coelho, vindo de Rio
Piracicaba. Pouco tempo depois, fez exame de suficiência, equipando-se,
legalmente, a farmacêuticos formados
José
Boff, formado pela UFMG, procedente de Pedro Leopoldo, aqui chegou no início da década de 50, quando manteve uma farmácia na
Praça Bias Fortes, esquina com rua Fonseca, por 5
anos, depois retornando à sua cidade natal.
José
Elísio Pinto Coelho, filho primogênito de Sr. Dodô
formou-se
Sr.
Joaquim Teixeira, farmacêutico
Sr.
Sávio Antônio Marques dos Santos, que desde 1977 mantém a Drogaria Central,
situada à Avenida Padre José Marciano, e tem como responsável técnico o
farmacêutico Carlos Roberto.
O HOSPITAL
Na
década de trinta foi criada a Santa Casa de Alvinópolis, através da sociedade
São Vicente de Paulo, cujo Presidente do Conselho Vicentino foi o Sr. Dr.
Orlando de Souza; Diretor Clínico, o Sr. Dr. José Piedade da Silva Pontes,
primeiro médico vinculado à história do Hospital, construído em terreno doado
pelo Sr. José Rodrigues de Souza.
Também
nesses tempos iniciais e difíceis, marcou época o trabalho da Professora
Madalena de Oliveira Bessa - Dona Madalena - que tinha o título
de Diretora, mas desempenhava todas as funções: de faxineira aos cuidados com
os pacientes. Logo depois, começou o trabalho de Sá Donana
(Ana de Souza), que ali permaneceu até seu falecimento. Colaborou também, Dona Leonora que, após tratamento, sofreu amputação de membro
inferior e permaneceu até o fim de sua vida como responsável pela lavanderia do
Hospital. Com seu serviço iniciou a construção da capela do Sertão. É
impossível citar neste trabalho todos os abnegados voluntários que construíram,
melhoraram e mantiveram essa instituição até hoje. Contamos com tantos doares
anônimos, dentre os quais o Sr. João Vasconcellos Barros, que seria o
“padrinho”, se houvesse eleição para tal.
As
Provedorias, Diretorias, funcionários, médicos que ali trabalham, cada um a seu
modo, conseguiram fazer da Santa Casa de então, o Hospital Nossa Senhora de
Lourdes de hoje, com cerca de 70 leitos e bons projetos de melhoria, apesar das
dificuldades financeiras impostas a todos Hospitais,
pelas políticas de saúde vigentes. Necessário se faz alguns destaques: o
saudoso Dr. Frederico Augusto M. Álvares da Silva - Dr. Fritz,
engenheiro e Gerente da Cia. Fabril Mascarenhas, e Dr. Mário França, primeiro
médico a assumir o atendimento no Hospital, ambos, exemplos inesquecíveis de
idealismo e desprendimento; Sr. Joaquim Vicentino Gomes, Provedor e
Historiador; a Liga Monsenhor Horta, tendo à frente Guilhermina
de Vasconcellos Moreira e Amélia Barcelos Gomes; o trabalho contínuo e
incansável da Sociedade São Vicente de Paulo (SSVP) na rotina do dia-a-dia.
Consta-se
que o nome, Hospital Nossa Senhora de Lourdes, foi sugestão de uma devota irmã
do Dr. Fritz, Laura Álvares da Silva. Além deste dado
há fatos interessantes que não constam dos registros existentes no Hospital,
onde, até 1965, quase não se faziam partos, só
Havia
um depósito de cocaína pura que diluída em água destilada era usada como anestésico local, mais
tarde desprezado, por perder sua validade.
A
primeira transfusão de sangue coletada e transfundida no Hospital da cidade foi
feita em 1965. Também neste ano realizou-se a primeira
traqueostomia e gastrostomia
de urgência, ambas em paciente com obstrução aguda de vias aéreas superiores e
esôfago por ingestão de soda cáustica, e ainda sobrevivente. Em 1965 decorreu a
primeira e bem sucedida reanimação de parada cárdio-respiratório.
Primeira traqueostomia em criança de um ano e meio de
idade, em 1966, hoje também adulto saudável. Primeira cesareana
em 1967, gestante com deslocamento prematuro de placenta, sem condições para
remoção, com o feto morto, sendo que a paciente também sobrevive.
A
partir de 1965, iniciou-se uma fase de grande melhoria no atendimento
hospitalar em Alvinópolis com aquisição de novos equipamentos, instrumental
cirúrgico, melhoria nas instalações físicas, contratação de pessoal, serviço de
contabilidade, com a atuação do já citado Dr. Fritz como Provedor; Dr. Mário França, como Diretor Clínico; Dr.
José Sylvio Vieira Gomes, Sr. Joaquim Vicentino
Gomes, Sr. Niquinho (Antônio Martins da Silva),
voluntários e demais colaboradores da SSVP, nas promoções para se obter
recursos.
No
final da década de 60 foram firmados convênios com o FUNRURAL e com INANPS,
ambos remunerando o atendimento médico que antes era gratuito. Em 1972, o
FUNRURAL doou um equipamento de Raios-X de 600mA, com seriógrafo,
“bucky”, bastante avançado para a época, e em
funcionamento até hoje. Com promoções comunitárias associadas à participação da
Companhia Vale Rio Doce foi construída uma ala especial para a instalação e
funcionamento da aparelhagem de Raios-X. Esse equipamento foi destinado ao
Hospital após a gestão do Dr. José Sylvio Vieira
Gomes junto à Superintendência Regional do FUNRURAL.Na
época uma ambulância fora doada, mas como a manutenção do veículo era
impraticável ao Hospital, fez-se a troca pelo aparelho de Raio-X .
Outros
dados sobre a vida do Hospital estão disponíveis nos documentos da SSVP, nos
relatórios feitos pelo Sr. Joaquim Vicentino Gomes, Provedor por várias
gestões.
Importante
ressaltar o trabalho abnegado e cansativo de auxiliares de enfermagem, do
laboratório e demais serviços do Hospital bem como das Irmãs da Beneficência
Popular ao longo de todos esses anos.
O POSTO DE SAÚDE
Instalado
em 1948/1949, por iniciativa do Dr. Mário França, seu Chefe até 1976, deixou
marcas indeléveis na área de Saúde Pública local. Lembremos algumas: o Lactário Stela Andrade, que em convênio com a Legião
Brasileira de Assistência (LBA) distribuía mamadeiras às crianças carentes, por
tantos anos. Funcionou algum tempo na Rua 5 de Fevereiro,
sendo depois transferido para o Posto de Saúde. Ali tivemos a atuação de nossas
contemporâneas Maria Auxiliadora Moreira Duarte e Maria Turrer
Rodrigues, Dona Marica de Zé Rodrigues, que após o trabalho no lactário seguiu por muitos anos no Posto de Saúde. O
atendimento odontológico foi implantado, em 1949, pelos odontólogos
Antônio Caetano Machado e Ari Moreira, estando o Dr. Antônio Machado entre nós
até hoje, tendo trabalhado até pouco tempo. O Dr. Ari Moreira radicou-se em
Brasília para onde se mudou ainda na construção da capital. Em 1966 foi implementado o Serviço de Ação Dispensarial
contra a Tuberculose. Instituído pelo Prof. José Feldman, aqui sob o comando do
Dr. José Sylvio Vieira Gomes. O Hospital cedeu o
aparelho de Raios-X, a Secretaria Estadual de Saúde (SES) fornecia filmes,
revelador, fixador, lâminas e corantes laboratoriais.
Os prontuários dos pacientes, junto com filmes de Raios-X tórax e lâminas eram
enviados à SES – Belo Horizonte, onde uma equipe de
tisiologistas examinavam e completavam com a prescrição, devolvidos
então a Alvinópolis com a medicação. Essa rotina se repetia a
cada 60 dias. O tratamento tinha como base estreptomicina, uma injeção
intramuscular por dia, durante pelo menos 360 dias, além das demais drogas via
oral.
Descobriram-se
dezenas de casos novos de tuberculose na cidade e na zona rural, com tratamento
preventivo dos contatos além do tratamento dos pacientes. Não demoraram a
surgir os bons resultados e o Posto de Saúde tornou-se referência regional do
programa. Infelizmente todos os arquivos se perderam, mas ao longo desses anos
dezenas de pacientes dos municípios vizinhos aqui foram tratados.
Temos hoje o fruto de um bom resultado, onde há vários anos não se
diagnosticavam caso de tuberculose ativa no município e somente ao final de
2004 foram notificados dois casos.
A
Vigilância Sanitária continua ativa. Outro movimento paralelo consistia em
fornecer alimentação saudável aos enfermos e contatos. Com o trabalho do Sr.
Francisco de Sá, de sua esposa Dona Lourdes, do Sr. Niquinho
Gama criou-se uma corrente de colaboradores, cada residência voluntária doava
uma marmita por dia, e se conseguiu o fornecimento regular durante anos aos
carentes. Os Vicentinos eram a peça chave com sua
experiência na utilização dos recursos e fiscalização de seu uso. Nessa mesma
época iniciou o funcionamento do Serviço Dispensarial
de Hanseníase do qual, durante muitos anos, o Dr. Euclides de Araújo Firmo,
residente
O
Posto de Saúde manteve-se vinculado ao Centro Metropolitano da Secretaria de
Estado da Saúde – Belo Horizonte, até 1980. Passou a denominar-se Unidade
Sanitária de Alvinópolis, vinculada ao Centro Regional de Saúde de Itabira. E,
finalmente mudou a denominação para Centro de Saúde, vinculado ao Centro
Regional de Saúde de Ponte Nova, até sua municipalização semi-plena
em 1992. Seus Chefes foram o Dr. Mário França, de
Figuras
marcantes que passaram pelo Posto de Saúde: Orlando Lima, já citado, grande
amigo da infância e juventude e incentivador do esporte, manteve por décadas um
time de futebol infantil que marcou muitas gerações de Alvinópolis, o LAMBARI. Micaré (José Carvalho
da Conceição) que tinha jeito especial de lidar com os hansenianos sabendo,
como ninguém, encontrar e combater focos dos mosquitos. Promovia campanhas de
vacinação na cidade e na zona rural. Dona Marica (Maria Turrer
Rodrigues), tão alegre no serviço, prestativa e carinhosa com os pacientes.
O
Dr. Antônio Caetano Machado, dentista vindo de Tocantins, cidadão honorário,
até hoje vivendo entre nós, um dos primeiros membros da Diretoria do Hospital e
um dos fundadores do Asilo da cidade. Foi o primeiro operador do aparelho de
Raios-X portátil que o Hospital teve, junto com seu colega Ari Moreira. Toni do laboratório (Antônio Argemiro de Carvalho), que,
ainda hoje, convive conosco. Maria de Micaré (Maria
Aparecida de Carvalho Pontes), Aparecida de Tiná
(Aparecida Regina Alves), Efigênia dos Santos
Quintão, que trabalharam no Posto por mais de vinte anos e continuam atuando na
área de saúde. Imaculada da Conceição Carvalho Ferreira, também filha de Micaré, trabalhou no laboratório do Posto.
Outro
dado interessante: o Posto de Saúde funcionou toda sua vida no mesmo local –
casa da Sociedade São Vicente de Paulo, em esquina valorizada, sem pagar
aluguel, salvo por curto período.
Até
1960 funcionava um matadouro municipal, onde os animais ficavam em quarentena
para avaliar sua sanidade antes de serem abatidos. Lembra-nos muito a figura do
sr. Joaquim Anastácio com
sua habilidade profissional no referido matadouro.
OS MÉDICOS
Dr.
José Piedade da Silva Pontes foi o primeiro médico de que se tem notícia na
cidade no início da década de 30. Primeiro Diretor Clínico do Hospital local,
todavia atendia nas residências ou em seu próprio consultório. Quase nada era
feito na Santa Casa. Mais tarde, Dr. Pontes mudou-se para Rio Piracicaba,
depois para o Sul Bahia, onde faleceu acometido de “febre amarela”.
Dr.
Adauto Versiani Caldeira, que aqui residiu entre 1933
e 1935, nomeado Prefeito pelo Governador do Estado, clinicava somente em sua
residência e não atendia na Santa Casa.
Dr.
Mário França, nascido em 23 de março de 1912
Dr.
Mário foi também diretor Clínico do Hospital Nossa Senhora de Lourdes de 1939
até seu falecimento em 1980. Em 1950 fez Curso de Médico Sanitarista
Dr.
João Batista, ”Dr. Batista”, de Nova Era, substituiu o Dr. Mário França em
1950, durante os estudos, do mesmo, em curso na Escola de Saúde Pública do
Estado.
Dr.
José Sylvio Vieira Gomes, nascido em Alvinópolis, em
26 de setembro de 1937. formado em 1964, pela Faculdade
de Medicina de Porto Alegre, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, veio
em seguida para Alvinópolis, convidado pelo Dr. Mário França. Desde janeiro de
1965 atende no Hospital Nossa Senhora de Lourdes, exceto por curtas
interrupções no período de
Dr.
Luciano Nogueira, Cirurgião, atuou por algum tempo aqui, no final da década de
1960, tendo se transferido em seguida para Divinópolis.
Dr.
Sebastião Irabe do Amaral, Cirurgião, aqui trabalhou
por dois anos no início da década de 1970, depois se transferiu para Ipatinga,
Hospital Márcio Cunha. Especializou-se
Dr.
Francisco Marques Gontijo, formado
Dr.
Luiz Gonzaga Torres, filho de Alvinópolis, aqui trabalhou entre 1971 e 1976,
quando se transferiu para Dom Silvério. Pessoa de grande entusiasmo deixou sua
marca na cidade vizinha com a construção e instalação do Hospital Nossa Senhora
das Dores e também do Clube Campestre Saudense. Faleceu prematuramente,
deixando muita saudade. Deixou três filhos, um dos quais é médico.
Dr.
Antônio Carlos Torres, irmão do Dr. Luiz Gonzaga, formado pela UFMG, esteve
conosco entre novembro de 1975 e julho de 1976. Daqui seguiu para trabalhar
Dr.
Luiz Gonzaga Gomes Pereira, Radiologista de Ponte Nova, implantou o atendimento
da especialidade quando foi recebido aparelho de Raios-X pelo Hospital Nossa
Senhora de Lourdes e aqui
atendeu por vários anos.
Dr.
José Ricardo Gomes Pereira, radiologista, irmão do Dr. Gonzaga, que o
substituiu algumas vezes, também exerce a especialidade
Dr.
Ronaldo Lo Russo Pupo,
radiologista
Dr.
José Lannes Mourão, radiologista na cidade de João Monlevade,
também exerceu a especialidade aqui por algum tempo.
Dr.
Adalto Teixeira Pinto, natural de Santo Antônio de
Pádua, RJ, habilidoso Cirurgião Geral, ficou em Alvinópolis entre 1976 e 1986,
quando se transferiu para Corinto, de lá retornando a Santo Antônio de Pádua.
Faleceu no Rio de Janeiro em 2002. Suas três filhas, hoje residentes em
Niterói, nasceram em Alvinópolis.
Dr.
Luiz Alberto Martins, oriundo de Vitória/ES, psiquiatra e clínico geral,
trabalhou
Dr.
Euclides de Araújo Firmo, de Rio Piracicaba, por muitos anos realizou
atendimento em nossa cidade, no Programa de Hanseníase da SES e Ministério da
Saúde.
Dr.
Afonso Cândido da Silva Filho, cirurgião, formado pela Universidade Federal de
Juiz de Fora (UFJF), chegou a Alvinópolis em 29 de junho de 1981, permanecendo
até outubro de 1987, quando foi para Corinto. Ali ficou por um ano, retornando
a Ponte Nova, onde permanece até hoje, como cirurgião do Hospital Arnaldo Gavazza Filho e do SAMDU. Desde janeiro de 1997 assumiu,
novamente, a Clínica Cirúrgica do Hospital Nossa Senhora de Lourdes. Indicado
como Secretário de Saúde de Alvinópolis em novembro de
Dr.
José Mauro de Carvalho Rocha, também formado pela UFJF, veio para Alvinópolis
em dezembro de 1979. Continua prestando seus serviços como Anestesiologista,
Clínico Geral e Médico do Trabalho em Alvinópolis, São Domingos da Prata, Nova
Era, Dom Silvério, Ponte Nova e Viçosa. Diretor Clínico do Hospital Nossa
Senhora de Lourdes de
Dr.
Ronaldo José Martins Ferreira, Cirurgião Geral, trabalhou conosco entre 1983 e
1987.
Dr.
Flávio de Almeida Gutierrez, Ginecologista/Obstetra, também atuou aqui na mesma
época.
Dr.
Marcos Rovirce Faria, também Cirurgião Geral, no
mesmo período trabalhou entre nós, casando-se com uma alvinopolense.
Dr.
Nilson Geraldo de Barcelos, alvinopolense, graduou-se em Medicina na
Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, onde também fez
residência em Pediatria, concluída em janeiro de 1993, em Botucatu,SP.
Trouxe importante colaboração para a melhoria do atendimento em Pediatria e Neonatologia para nosso meio. Fez curso de Ultrassonografia
Dr.
José Milton da Silva, natural de Oratórios, Ponte Nova, MG, irmão do Dr. Afonso
Cândido. Formou-se pela UFJF em 1986. Cirurgião Geral e Obstetra. Fez o curso de Médico Legista na Academia de
Polícia Civil de Minas Gerais, Belo Horizonte, onde também concluiu Curso de
Aperfeiçoamento, em 1991; como Médico Legista atua
Dra.
Maria Gorette de Oliveira, radicada
Dra.
Áurea Célia de Oliveira Coura, irmã da Dra. Gorette,
também radicada
Dr.
Roberto Gomes, formado pela UFJF, com Residência
Dr.
Ederlon Ferreira Nogueira, natural de Cuiabá, MT,
graduado pela UFJF, trabalhou no Hospital Nossa Senhora de Lourdes e no PSF do
distrito de Fonseca, entre abril de 2003 e janeiro de 2004. Aprovado em seleção
para Residência Médica, transferiu-se para Ipatinga, Hospital Márcio Cunha.
Dra.
Monique Damásio do Vale, natural de Cataguases, MG,
graduação pela UFJF. Residência em Pediatria pelo Hospital Regional de
Taguatinga, da Fundação Hospitalar do Distrito Federal, em 1997/1999 (Residente
nível 1 e Residente nível 2). Em 1999/2000 fez
terceiro ano de Residência Médica em Pediatria e Adolescência pelo Departamento
de Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu – UNESP. Prestou concurso
para Título de Especialista, obtido pela Associação Médica Brasileira,
Sociedade Brasileira de Pediatria e Conselho Federal de Medicina, em 1999.
Atendendo no PSF do distrito de Major Ezequiel e Postos de Saúde da Prefeitura
na cidade.
Dr.
Custódio Campos Viana, Ginecologista e Obstetra, atende no Hospital Nossa
Senhora de Lourdes e no Posto de Saúde José Carvalho da Conceição,
semanalmente. Radicado
Dr.
João Batista Campos, Cardiologista, formado em 1978 pela UFJF, natural de Pedra
do Anta, MG, também radicado
Dr.
Jésus Anselmo Dutra, Ginecologista e Obstetra
Dr.
Neder S. Lima Filho, Cardiologista
DESTAQUE – Reconhecimento aos colegas
médicos de Ponte Nova, que através de seu trabalho nos Hospitais Arnaldo Gavazza Filho e Nossa Senhora das Dores recebem os
pacientes mais graves de nossa cidade que necessitam atendimento de alta
complexidade. Aos dois Hospitais citados, que também atravessam dificuldades
como o nosso, e aos colegas do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Piranga - CIS-AMAPI que prestam o atendimento
especializado. Impossível citar todos merecedores desse louvor e também os
colegas e Hospitais de referência
Dr.
Antônio Viçoso Cota, o Dr. Viçoso, que clinicou
Dr.
Ângelo Fuzaro, o Dr. Fuzaro,
também de Dom Silvério e que, como o Dr. Viçoso, era muito requisitado nas
freqüentes ausências de médicos por aqui. Trabalhou
Dr.
Sebastião Sérgio Gomes, também radicado
OS DENTISTAS
No
passado eram comuns os “dentistas ambulantes”, geralmente práticos, que se
estabeleciam temporariamente em fazendas, enquanto houvesse dentes para extrair
ou dentaduras para fazer, transportando seus gabinetes em caixas levadas em
lombo de animais.
O
primeiro deles a se estabelecer em Alvinópolis foi o Sr. Pedro Gomes Domingues,
no início da década de 20, e que exerceu o ofício até 1971, aos 83 anos de
idade, tendo morte súbita enquanto atendia uma cliente. Procedente de São
Domingos do Prata, residiu algum tempo
Ainda
na década de 20, os práticos Pedro Gomes Figueiredo e Mário Teodoro Gomes se
fixaram na cidade.
O
primeiro Odontólogo formado, Dr. Antônio Caetano
Machado, aqui chegou em 1939, e nessa época ainda trabalhavam Pedro Gomes
Domingues e Mário Teodoro Gomes. O Dr. Antônio Machado foi o primeiro dentista
a atender no Posto de Saúde, começando em 1945 e mantendo este atendimento até
1977 quando se aposentou pela SES. Nascido em Tocantins adaptou-se tão bem em
nossa terra que aqui vive até hoje. Foi um dos fundadores do Asilo, participou
intensamente na fundação e manutenção do Hospital. Radioamador, por muitos anos
foi o elo de comunicação da nossa cidade com o mundo. O primeiro equipamento de
Raios-X do Hospital o tinha como operador, além de outro colega abaixo
referido. Há muitos anos cidadão honorário de Alvinópolis.
Dr.
Ari Pinheiro Moreira, trabalhou em companhia do Dr. Antonio Machado no Posto de
Saúde, além de manter consultório na Praça São Sebastião, de 1945 até final da
década de 1950 quando se transferiu para Brasília/DF, como dentista do Senado
Federal, onde se aposentou e reside até hoje. Alvinopolense, foi um dos
professores voluntários nos difíceis anos iniciais do Colégio Cândido Gomes.
Dr.
Antonio João de Oliveira, teve consultório na travessa Prof. B. Morais por
poucos anos, no início da década de 1960.
Sr.
Said Peres, prático, manteve atendimento na Rua Prof. João Alves Fernandes por
poucos anos.
Dr.
J. Salustio Rousseau, boliviano, trabalhou em nossa
terra entre 1962 e 1966. Também ministrou aulas de Francês no Colégio Cândido
Gomes.
Dr.
René Pales Soares, veio para Alvinópolis em
01/08/1972. Natural de Almenara, MG, cursou
Odontologia em Itaúna, MG. Ainda com consultório
Odontológico à Rua Monsenhor Bicalho, atende nos
Postos de Saúde da Secretaria de Saúde da Prefeitura e aqui recebeu título de
cidadão honorário.
Dr.
Rômulo Oliveira, procedente do Espírito Santo, residiu e tinha consultório na
Rua Desembargador Moreira dos Santos, entre 1980 e 1982.
Dr.
Amilton Barros Cota, desde 1974 com Consultório
Odontológico, hoje à Av. Mag.
Pinto. Alvinopolense, formado em Diamantina/MG, também atende pela Secretaria
Municipal de Saúde. Sua filha Dra. Sofia, também é Odontóloga,
trabalha
Dra.
Sônia Maria Rossi de Oliveira, hoje radicada
Dra.
Delba Verdolim teve
consultório à Av. Antônio Carlos entre 1987 e 1990.
Dra.
Eneida Paiva Corrêa, conterrânea, radicada em BH, atendeu por algum tempo no
Sindicato dos Tecelões de Alvinópolis.
Dra.
Salomé Rodrigues Cotta de Sá, Formada pela Pontifícia
Universidade Católica de MG – Belo Horizonte, onde hoje reside e trabalha, por
nove anos fez atendimento de Ortodontia em Alvinópolis, em Consultório à
Avenida Mag. Pinto, até 2003.
Dr.
Eduardo Alves de Brito, também do quadro da Secretaria Municipal de Saúde, é um
dos sócios da Clínica Médica e Odontológica, natural de Curvelo/MG, formado
pela Faculdade de Odontologia de Governador Valadares, desde agosto de 1993
encontra-se radicado em Alvinópolis.
Dr.
Álvaro Luiz Figueiredo Linhares, alvinopolense, tem consultório à Rua Monsenhor
Bicalho, também do quadro da SMS, formado em
Diamantina, em 1994, trabalhando aqui desde 1995.
Dra.
Gisela Schettini Carvalho, formada em Itaúna/MG; alvinopolense, desde 1996 mantendo consultório
odontológico à Avenida Antonio Carlos.
Dr.
Rossini Schettini Carvalho, formado pela UFMG-MG,
também atende no mesmo endereço de sua irmã Gisele, desde 1996.
Dra.
Regina Cotta Cordeiro, natural de Dom Silvério/MG, do
quadro da SMS, tem consultório à Rua Monsenhor Bicalho,
formou-se pela UFMG-BH, trabalha em Alvinópolis desde 1989.
Dra.
Christiane Morais Ferreira, do quadro da SMS, tem
consultório à Avenida Padre José Marciano. Nascida
Dr.
Lucas Torres Viana, com consultório à Avenida Antonio Carlos, pertence ao
quadro da SMS. Alvinopolense, formado pela UFMG-BH, trabalhando em nosso meio
desde Outubro de 2003.
PROTÉTICOS
Funções
antes exercidas pelos próprios dentistas e, nos últimos anos, assumida por
profissionais especializados.
Argental Lucas Borges, Tuca,
fez curso de Prótese
Renilton Novais, trabalhando aqui desde 1995, fez curso
Jean
Jaques do Amaral Pales
Soares, fez curso em Itaúna, atua como protético
desde 1997.
Luiz
Ângelo Alvernaz Perdigão, também fez curso
PSICÓLOGAS
Maria
das Graças de Souza Figueiredo, formada pela FUMEC - BH,
trabalha em Alvinópolis desde dezembro de 1987. Foi Secretária Municipal
de Saúde entre os anos 1992 e 1996.
Marcela
Cota, formada pela UFMG - MG, trabalha entre nós desde
novembro de 2002. Atende na Clínica Médica Odontológica.
Lara
Drumond Machado, formada pela FUMEC - BH e
pós-graduada
FISIOTERAPEUTAS
Marco
Antonio Vieira, radicado
Lediana Júlia Cota, formada pela FAFISC de Caratinga, MG, atendendo no Hospital e domicílios desde
março de 2002. Alvinopolense, além de continuar o atendimento acima referido tem Serviço de Fisioterapia próprio, à Rua
Fonseca.
Glauco
Magalhães Trindade, conterrâneo, também formado pela FAFISC de Caratinga, MG, atende no Hospital Nossa Senhora de Lourdes
e em domicílios, desde 2003.
OUTROS FATORES
IMPORTANTES RELACIONADOS À SAÚDE PÚBLICA EM ALVINÓPOLIS
Captação e
distribuição de água e construção de esgotos sanitários, gestão do Dr. José Guaracy
de Vasconcelos na Prefeitura nos anos de
Urbanização do Bairro
do Asilo, projeto extremamente criativo do Sr.
Nilo Gomes Vieira (gestão
Campanha do Quilo da Sociedade
São Vicente de Paulo, iniciada em meados de 1950 e desde então fornecendo cestas básicas às
famílias carentes, além de verificar nas moradias, as condições de higiene, se
as crianças estão freqüentando as aulas, providenciando encaminhamento, aos que
podem, para o mercado de trabalho, tratamento para os
dependentes de álcool ou drogas.
Vicentinos
que implantaram a campanha do quilo em Alvinópolis: Antônio Justino Alves
(Tonico Alves), Antonio Martins da Silva (Sô Niquinho),
Sebastião Menezes Terra, Raimundo Tito Gomes, Paulo de Vasconcelos Figueiredo,
José Rodrigues Leite, Francisco Caetano de Souza, Durval
Coelho Linhares e todos seus continuadores até nossos
dias.
Asilo da Sociedade
São Vicente de Paulo, comemorou 50 anos em 23 de maio de 2004. Atualmente com 27 internos,
mantém um padrão muito bom de instalações e de atendimento aos idosos carentes.
Creche e Escola de
Ensino Infantil Irmã Helena, anexa ao Educandário Monsenhor Rafael, da Beneficência
Popular de Alvinópolis, atualmente atendendo 230 crianças de
Creche Leonídio de Oliveira Cota, Distrito de Fonseca, inaugurada em 17 de dezembro
de 2000, com o nome do doador do terreno onde foi construída. Atualmente atende
100 crianças, tendo na Irmã Helena o maior impulso para sua fundação e
manutenção, dentro dos mesmos princípios de sua congênere na sede do município.
Atuação das equipes
da Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) presente em todo município trouxe como
resultado o controle da Doença de Chagas, diminuição da incidência de
esquistossomose, principalmente dos casos mais graves. São raros casos de
esquistossomose graves. Ainda não foi notificado sequer um caso de dengue
adquirido na cidade.
Associação de Pais e
Amigos de Excepcionais – APAE: Funcionando desde 07 de abril de 1990, atualmente com 135 educandos distribuídos em seus diversos programas de Saúde
Mental. Já encontra-se em fase de implantação a
inclusão dos assistidos no mercado de trabalho, prestando benefícios
incalculáveis a estes e a suas famílias. Toda a comunidade reconhece a
dificuldade encontrada e a enorme dose de amor ao próximo dos funcionários e professores
– coordenados pela sua grande incentivadora Luiza de Marilac.
Secretaria Municipal
de Saúde (SMS),
através de seus programas de prevenção e também curativas, desde 1992
vinculados à Diretoria Regional de Saúde de Ponte Nova, mantém todos os programas
de imunização em níveis excelentes de qualidade, como já implantados em todo município pelo antigo
Posto de Saúde: assistência
materno-infantil, teste do pezinho, prevenção de câncer de colo uterino,
programas de controle de diabete melito e hipertensão
arterial, distribuição de medicamentos através da Farmácia Básica, marcação de
consultas e tratamentos fora do município através da CIS-AMAPI e da Central de Leitos do Sistema Único de
Saúde (SUS), transporte de pacientes para Ponte Nova, Belo Horizonte e
eventualmente outros centros de atendimento, como o de Oftalmologia, em Mirai
(cirurgias de catarata).
Número
considerável de pacientes em hemodiálise (Ponte Nova) em tratamentos quimioterápico e/ou radioterápico nos Centros de Oncologia
do Estado, menção ao Hospital Mário Pena, Hospital das Clínicas da UFMG, Santa
Casa de BH, Hospital da Baleia, João XXIII (Pronto Socorro), Odilon Behrens, São José, Hospital Israel Pinheiro do IPSEMG,
todos
Há
cerca de um ano e meio implantaram-se os Programas de Saúde da Família no
município, sediados no Posto de Saúde José Carvalho da Conceição (Bairro do
Asilo), distritos de Fonseca e Major Ezequiel.
Consultórios
Médico-Odontológico há alguns anos funcionando à Praça Bias
Fortes, integrado pelos médicos Dr. José Mauro de Carvalho Rocha, Dr. Nilson
Geraldo Barcelos e Dr. Roberto Gomes, e pelo odontólogo
Dr. Eduardo Alves de Brito, local onde colegas de outras especialidades também
atendem.
Localizada
na mesma praça funciona a ACOM, com atendimento feito por colegas de outras
cidades, através de sistema de cartão de desconto com pré-pagamento.
Recentemente a ACOM abriu farmácia anexa a suas instalações.
Presidente: Cosme Damião Chaves
Vice
Presidente: Vicente de Paula Rocha
1°
Tesoureiro: Narciso de Souza
Trindade
2°
Tesoureiro: Sérvulo Linhares
Perdigão
1°
Secretário: José Geraldo da Silva
2°
Secretário: Maurílio Bento Batista
FUNCIONÁRIOS
Contador: Antônio Jorge Chaves; Auxiliar de Escritório: Giliani
Magalhães Trindade, Helenice de Souza Pena Fiemo, jane
Aparecida Pontes Oliveira, Jaqueline Aparecida P. Menezes, Marilene Santos Dias
Alves, Nataly do Rosário Ferreira; Supervisor
de Compras: Aparecida Maria Crepalde; Recepcionistas:
Andréia Daniela da Conceição, Liliane Martins Terra, Nercina Vieira Magalhães,
Romeu Ramiro Ferreira; Limpeza:
Ângela Madalena Alves Silva, Divina Maria Gomes de Almeida, Maria Aparecida dos
Passos; Cozinheiras: Maria Aparecida
Faustino, Maria Iria de Souza, Rita Cassimiro Sutero Maciel, Rita São José de
Oliveira; Lavadeiras: Maria do
Rosário Rodrigues; Bioquímico: José
Elizio Pinto Coelho; Técnico em
Laboratório: Ana Maria Cota, Ana Lúcia da Silva Alves; Enfermeira: Célia Auxiliadora Costa; Técnico em Enfermagem: Antônio Luiz Pascoal, Aparecida Lourdes dos
Santos, Doralice Ferreira Damasceno, Edinaldo Moreira dos Santos, Edna Márcia
Pinto Alves, Eva Elizabeth de Jesus, Geraldo Carvalho de Souza, Jacó Juvêncio
da Silva, Luzia Aparecida da Silva, Luzimar dos Santos Cota Reis, Maria
Gonçalves da Conceição Gonçalves Viana, Maria Geralda Mendes Rola, Maria Saleta
da Silva, Marlene Geralda de Assis, Rogério César dos Reis, Socorro Consolação
P. Azevedo; Auxiliar de Enfermagem:
Maria Célia Ferreira Linhares, Maria do Rosário
da Conceição; Operador de
Caldeira: Benedito Correia da Cruz; Técnico
em Radiologia: Antônio Jorge do
Couto.
Prefeito Municipal: Márcio Alves de Carvalho
Secretário M. de Saúde: Antônio da Assunção de Carvalho
Coordenador S. V. Epidemiológica: Conceição A. Fonseca
Coordenador S. Vigilância Sanitária: Maurício C. Abreu Lima
Coordenadora do Serviço de TFD: Jane A. Ferreira Cabral
Médicos: Monique Damázio do Valle, José Milton da
Silva, Maria Gorete de Oliveira, Áurea Célia Coura de Oliveira, Nilson Geraldo
Barcellos, José Mauro de Carvalho Rocha, Afonso Cândido da Silva, Roberto
Gomes, Custódio Campos Viana, João Barista Campos; Dentistas: René Palles Soares, Amilton Barros Cotta, Eduardo Alves
de Brito, Álvaro Linhares Figueiredo, Cristiane Ferreira, Lucas Torre Viana,
Regina Cotta Cordeiro; Enfermeiras: Fernanda
de Carvalho Campos, Renata Ellerati Schmdit, Kiara de Amorim Siqueir, Célia
Auxiliadora Costa; Técnico em
Enfermagem: Cleousimar Rosária da Silva, Júlio César Carioca, Lucilene de
Paula Santos, Eliane Aparecida Moreira, Luzimar dos Santos Cota Reis, Marlene
Geralda de Assis, Rosângela Gomes Torres, Conceição Martins Lima, Maria da
Consolação Ferreira Cota, Maria Pontes, Luzia Helena Martins; Auxiliar de Enfermagem: Maria Célia
Ferreira Linhares, Marlene do Rosário Linhares, Eliana Trindade dos Santos,
Elizabeth Maria Ferreira; Atendentes de
Saúde: Jamile Aparecida Torres, Joaquim Frankim dos Santos, Maria
Auxiliadora Lama, Maria Geralda de Araújo Cota; Agente de Saúde: Josemara Torres Martins, Maria de Fátima Ferreira,
Natália Fernandes da Cunha, Raniele Cristina Gomes, Maria José Valamiel, Elaine
Maria Pinheiro Ribeiro, Eunice Pereira Rocha, Ivanilda Neves de Souza, Márcia
Aparecida Alves, Marciley Aparecido Alves, Maria da Conceição Batista, José
Sebastião Rafael, Daniela Ferreira Cabral, Gilvania Linhares Cota, Carmem
Aparecida Coelho, Joseane Catarina da Luz, Edleuza Maria Ribeiro, Irineia
Aparecida Ribeiro, Efigênia Ferreira Quaresma, Cristina do Rosário Cota,
Edvirges Marlene Patrício de Carvalho, Maria da Conceição Souza e Silva,
Alexsandra Moraes Bicalho, Ângelo Custódio da Silva, Eduardo José Gomes, Marlus
Henrique Alves, Alexandre Eugênio Pascoal, Hernane José Figueiredo Perdigão,
Nilvan Figueiredo Alvernaz, Luci Franca Dias; Faxineira: Ana Maria Florentina, Maria Ângela Monteiro; Auxiliar de Saúde: Maria Cristina Siqueira Braga, Efigênia da Cunha Quintão, Meire
Aparecida da Silva Quintão, Frederico de Lima, Milaine de Cássia Rola, Sandra
Mara dos Santos, Lucilene Aparecida Pascoal, Janira Carioca; Laboratórios: Joseane Martins da Silva,
Ludiane Aparecida Dias, Linete Trindade Carvalho,
Rosângela Melo Cota.
CÃMARA
MUNICIPAL DE ALVINÓPOLIS
Presidente: Aurélio de Oliveira
Vice
Presidente: José Sérgio Carneiro
Guedes
Secretário: Ronaldo Alves Torres
Vereadores: Ledes Cota, Carlos Roberto, Manoel
Ferreira Prímola, José Geraldo dos Santos, Josafá Jorge Pereira, José Agostinho
Pontes, Zenaide Martins de Oliveira Figueiredo e Leandro Verdolim Ferreira de
Sousa.
Secretária
Administrativa II : Sra. Dayse Conceição Alves
Técnica
de Contabilidade:
Sra Aryzélia Rodrigues Gomes do Espírito Santo
Oficial
Administrativa: Sra. Angélica Maria de
Souza
Agente
Administrativa: Sra. Natália Santos de
Azevedo
Auxiliar de Serviços Gerais: Sra. Marília Aparecida Ferreira
CONSELHO
PARTICULAR DA SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO EM ALVINÓPOLIS
Presidente:
Geraldo de Miranda Mendes
Vice-Presidente:
Lucimar Cotta Chaves
1°
Tesoureiro: Cosme Damião Chaves
2°
Tesoureiro: Maria Célia Ferreira
Linhares
1°
Secretário: Antônio Jorge Chaves
2 ° Secretário: Laércio Cotta
ASILO DA SOCIEDADE SÃO VICENTE DE PAULO DE ALVINÓPOLIS
Presidente:
Remo de Souza Terra
Vice-Presidente:
José Jorge Pereira
1°
Tesoureiro: Gilberto Ferreira Rola
2°
Tesoureiro: Geraldo Gomes Ferreira
1°
Secretário: Maria Célia Ferreira
Linhares
2 ° Secretário: Laércio Cota
As
boas condições de saúde no município, com seus marcadores de saúde acompanhando
as melhores estatísticas nacionais, resultam do conjunto de fatores acima
resumidos e do pequeno porte da cidade, que facilita tais ações. No presente,
Alvinópolis não tem mendigos e são pouquíssimos os casos de desnutrição grave.
Ainda não foi alcançada pela epidemia de Dengue que há vários anos assola o
país. Muitos anos sem diagnóstico de casos novos ou ativos de tuberculose,
apenas dois notificados em 2004; sem notificação de hanseníase; raros casos de
AIDS; Doença de Chagas sob controle; esquistossomose em declínio há anos sem
ocorrência das formas hepato-esplênicas graves.
O
abastecimento de água potável, em fase de implantação pela COPASA, é um antigo
sonho nosso agora se realizando... Com o aumento da expectativa de vida é
chegado o momento de se programarem ações de prevenção das doenças
cardiovasculares que apresentam níveis altos e crescentes, em parte ocasionadas
pelo aumento da população idosa, mas passíveis de melhora através de medidas de
baixo custo, passíveis de se implementar
principalmente através da educação populacional em relação às mudanças no
estilo de vida para melhor controle dos fatores de risco cardiovasculares como
a hipertensão, obesidade, colesterol e triglicérides altos, sedentarismo,
diabete melito, tabagismo e abuso de álcool.
Daí
surgiu nossa vontade de fazer o Projeto Corações de Alvinópolis, participando
de um estudo maior e de alcance nacional, o Projeto Corações do Brasil, da
Sociedade Brasileira de Cardiologia / FUNCOR, (incentivado pelo Prof. Raimundo
Marques do Nascimento Neto, diretor da FUNCOR); orientado pelo Prof. Ricardo
Simões, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, com participação da
Universidade Federal de Ouro Preto, através do Doutor George Luiz Lins Machado
Coelho, do DEFAR/UFOP.
Tivemos
apoio da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Saúde, da Câmara de
Vereadores, da Companhia Fabril Mascarenhas e da Construtora Alvinópolis.
Almejamos que seja apenas o início de um projeto de longo prazo, a ser assumido
por gestões futuras municipais e com apoio dos demais setores da sociedade, por
seu evidente potencial de benefícios.
Figura 1. Esperança de Vida ao Nascer
(número
médio de anos que se espera viver a partir do nascimento)
|
|
|
|
Figura 2. Taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos vivos)
|
|
Tabela 1 - Obituário 2003 do município (CID
10).
|
ÓRBITOS DO
MUNICÍPIO DE ALVINÓPOLIS – 2003 Freqüência por Causa
(CID 10 |
|||||||||||
|
Causa
CID103C |
<1a o |
1/4 |
5/14 |
25/34 |
35/44 |
45-54 |
55/64 |
65/74 |
75e+ |
ign |
Total |
|
A41-Outras
septicemias |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
2 |
0 |
0 |
0 |
3 |
|
C16-Neoplasias malignas do estômago |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
C32-Neoplasias malignas da laringe |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
C50-Neoplasias malignas da mama |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
2 |
0 |
0 |
0 |
2 |
|
C80-Neoplasias
malignas /localização |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
E14-Diabetes
mellitus NE |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
1 |
1 |
5 |
0 |
8 |
|
E43-Desnutrição protéico-calórica grave NE |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
F29-Psicose
não orgânica NE |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
G80-Paralisia cerebral infantil |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
I10-Hipertensão essencial |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
1 |
0 |
0 |
2 |
|
I11-Doença cardíaca hipertensiva |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
5 |
6 |
|
I21-Infarto agudo do miocárdio |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
2 |
4 |
3 |
0 |
10 |
|
I27-Outra forma de doença cardíaca pulmonar |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
I42-Cardio-miopatias |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
2 |
|
I48-Flutter e
fibrilação atrial |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
I49-Outras arritmias car-díacas |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
3 |
0 |
3 |
|
I50-Insuficiência cardíaca |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
2 |
0 |
3 |
|
I51-Complica-ções cardiopatias doenças cardíacas mal definidas |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
I61-Hemor-ragia intracerebral |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
I64-Acidente vascular cerebral Ne como hemor-ragia isquêmico |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
1 |
4 |
0 |
6 |
|
I67-Outras doenças cerebrovas-culares |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
J11-Influenza devido vírus não identificado |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
J18-Pneu-monia por microorga- nismos NE |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
5 |
0 |
7 |
|
J43-Enfisema |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
J44-Outras doenças pulmonares obstrutivas crônicas |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
2 |
4 |
0 |
7 |
|
J93-Pneumotorax |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
J96-Insuf respirat NCOP |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
J98-Outro transtorno respiratório |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
K56-Ileo paralítico e obstrução intestinal s/hérnia |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
K72-Insuficiência hepática NCOP |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
K74-Fibrose e cirrose hepáticas |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
N17-Insuficiência renal aguda |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
|
P01-Feto recém -nascido afetado complicações maternas gravidez |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
P20-Hipóxia intra-uterina |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
1 |
|
P59-Icterícia neonatal devido outras causas e as NE |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
P95-Morte fetal de causa NE |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
2 |
2 |
|
R09-Outros sintomas sinais realt aparelho circulatório respiratório |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
1 |
0 |
2 |
|
R96-Outras mortes súbitas de causa desc. |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
1 |
1 |
2 |
0 |
5 |
|
R98-Morte s/assist. |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
2 |
0 |
0 |
3 |
|
R99-Outras causas mal deficiência NE mortalidade |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
V29-Motociclista outros acidentes transporte e NE |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
0 |
0 |
1 |
|
TOTAL |
3 |
1 |
1 |
1 |
6 |
6 |
15 |
14 |
47 |
3 |
97 |
Fonte: DADS Ponte Nova –
CIE – Vig. Epidemiológica
Tabela 20 – Morbidade
Hospitalar 2002
|
MORBIDADE HOSPITALAR – Município de Alvinópolis/MG Distribuição Percentual das Informações por Grupo de
Causas e Faixa Etária – CID10 (por total de residência) 2002 |
||||||||||
|
Grupo
de causas |
<1 |
1a4 |
5a9 |
10a 14 |
15a 19 |
20a49 |
50a64 |
65e+ |
Total |
Todas
idades (%) |
|
I-Algumas doenças infecciosas e parasitárias |
2.0 |
12.2 |
26.7 |
19.2 |
4.3 |
6.5 |
6.5 |
7.4 |
7.6 |
|
|
II-Neoplasias
(tumores) |
- |
- |
- |
- |
10.0 |
3.7 |
5.1 |
2.5 |
3.1 |
|
|
III-Doenças sangue órgãos e transt imunitár |
- |
0.8 |
- |
- |
- |
1.4 |
0.7 |
1.1 |
0.9 |
|
|
IV-Doenças endócrinas nutricionais e metabólicas |
- |
- |
- |
- |
- |
1.2 |
8.0 |
3.2 |
2.1 |
|
|
V-Transtor-nos mentais e comport. |
- |
- |
- |
- |
- |
2.8 |
- |
0.4 |
1.1 |
|
|
VI-Doenças do sist nerv |
1.0 |
3.3 |
3.3 |
3.80 |
- |
1.4 |
2.2 |
0.4 |
1.4 |
|
|
VII-Doenças do olho e anexos |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
|
|
VIII-Doenças do ouvido e da apófise mastóide |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
|
|
IX-Doenças do aparelho circulatório |
2.0 |
1.6 |
- |
- |
1.4 |
7.2 |
23.2 |
33.0 |
13.4 |
|
|
X-Doenças do aparelho respiratório |
70.3 |
74.0 |
50.0 |
30.8 |
8.6 |
12.4 |
21.7 |
30.9 |
30.1 |
|
|
XI-Doenças do aparelho digestivo |
1.0 |
3.3 |
10.0 |
19.2 |
- |
5.4 |
15.2 |
5.7 |
6.1 |
|
|
XII-Doenças da pele e do tecido subcutâneo |
- |
- |
- |
- |
1.4 |
- |
- |
2.1 |
0.6 |
|
|
XIII-Doenças sist osteo-muscular e tec conjunt |
- |
- |
6.7 |
- |
7.1 |
0.9 |
0.7 |
2.8 |
1.7 |
|
|
XIV-Doenças do aparelho geniturinário |
- |
1.6 |
3.3 |
3.8 |
1.4 |
7.5 |
12.3 |
5.3 |
5.8 |
|
|
XV-Gravidez parto e puerpério |
- |
- |
- |
11.5 |
58.6 |
42.3 |
- |
0.4 |
18.9 |
|
|
XVI-Algumas afec originadas no período perinatal |
23.8 |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
- |
2.0 |
|
|
XVII-Malf cong deformid e anomalias cromos-sômicas |
- |
0.8 |
- |
3.8 |
- |
- |
- |
- |
0,2 |
|
BIBLIOGRAFIA E DEPOIMENTOS
[1]. Erario
Mineral – Ferreyra, Lg 2ª Ed – Editora Centro de Memória da Medicina de Minas Gerais
– UFMG – Belo Horizonte, 1997. lª
Ed – Lisboa Ocidental, 1735.
[2]. M. A. Ibañez-Novion et al - Sistemas
Tradicionais de Ação para a Saúde – Fundação João Pinheiro, 1977.
[3]. Instituto Gaúcho de Tradição e
Folclore, em http://www.igtf.rs.gov.br acessado em 31/10/03.
[4]. Medicina Popular em http://www.cesamep.hpg.ig.com.br acessado em 27/10/03.
[5]. A Cura que vem do povo, International
Journal of Psychiatry, em http://www.polbr.med.br, acessado em 27/10/03.
[6]. De Portugal ao Sul do Brasil 500
anos, em http://www.vilsonfarias.com/index.php?page=cap13, acessado em 02/11/2003.
[7]. Psicologia – Ciência e Profissão –
Psicologia das Raças e Religiosidade no Brasil: uma intersecção histórica, em http://www.pol.org.br/revista/arquivo/2002/22, acesso em 27/10/03.
[8]. Atas da Beneficência Popular de
Alvinópolis, separadas por Irmã Helena de Vasconcelos Paiva.
[9]. Atas do Conselho São Vicente de Paulo
de Alvinópolis, separadas por José Geraldo da Silva.
[10]. Atas da Diretoria do Hospital Nossa
Senhora de Lourdes de Alvinópolis.
[11]. O Alvinópolis, edições de 20/03/1932
e de 27/08/1933 exemplares de nº 18 e 61, respectivamente.
[12]. Depoimentos escritos ou entrevistas:
Sra.
Mary Castro Pimenta
Sra.
Miriam Bessa de Vasconcelos
Sra.
Vicentina Agostinha de Souza Mayer
Sr. José Cesário dos Santos
Sr. Antônio Caetano Machado
Sr. Ulisses Moreira de Souza
Sra.
Eponina Ribeiro Machado
Sra.
Alódia Correa
Sr. Antônio Alves de Moraes
Sr. Antônio Guimarães
Sr. José Mauro de Carvalho Rocha
Sr. José Mauro de Figueiredo
Sr. Ênio Magno Rodrigues
Sra.
Rita Carvalho Santos
Sr. Washington Starling
Sra.
Maria da Conceição Carvalho
Sra.
Ana Terezinha Drumond Machado
Sr. Edmundo Antônio Ribeiro Machado
Sr. Geraldo Moreira Duarte
Sr. José Afrânio Moreira Duarte
Sr. Nilo Gomes Vieira
Irmã Helena Vasconcelos Paiva
Sr. Amaury Martino
Sr. Carmo Cruzino Cota
Sr. René Palles Soares
Sr. Amilton
Barros Cota
Srª. Luiza de Marilac
Hosken Vieira Teixeira
Srª. Maria de Lourdes Pinheiro
Sr. Mário Afonso da Silva
AUTOR
José
Sylvio Vieira Gomes
Av. Magalhães Pinto, 179 – Centro
Alvinópolis,
Minas Gerais
Cep:
35950-000
Fone:
31-38551286
E-Mail:
jsb@robynet.com.br